Em todos os caminhos de crescimento humano, tanto psicológico quanto espiritual, uma ênfase especial é dada à questão da mágoa. Não só pelo sofrimento que ela produz, mas também pelo transtorno que provoca nos relacionamentos.
Qualquer que seja o nome que damos a esse sentimento seja mágoa, rancor, ressentimento, ele se caracteriza pela amargura na alma, uma sensação de injustiça a partir do mal que alguém nos fez.
E como é impossível levar nossas vidas sem sermos machucados pelas outras pessoas, de vez em quando, tendo em vista a imperfeição da natureza humana. A mágoa é uma forma de guardarmos para depois coisas que não queremos resolver na hora.
Uma das características da vida é que ela só pode ser vivida no presente. O passado e o futuro, apesar de existirem na nossa cabeça, não têm existência real. Seria uma grande tolice imaginarmos que podemos respirar para amanhã, que podemos viver o ontem. O natural é que as coisas sejam vividas, mesmo as ruins, no momento em que elas ocorrem.
Guimarães Rosa define, a mágoa, no seu livro Grande Sertão Veredas: “Mágoa é lamber frio o que o outro cozinhou quente demais para nós”.
Aceitar a imperfeição humana, idealizando uma realidade onde as pessoas nunca falhem com ela; viver o momento presente, sendo extremamente apegada ao passado.
Só nos resta uma saída: o perdão. Se a mágoa nos envenena e machuca, o perdão nos alivia e cura.
O perdão é a ponte que nos faz sair para a alegria: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos têm ofendido”.
Por que tanta dificuldade em perdoar? Porque há equívocos em torno do perdão que dificultam o exercício dele.
O perdão é algo bom para quem perdoa. Perdoar é ficar livre da dor causada pelo outro. É ficar livre daqueles que nos magoaram. É um presente dado a mim mesmo.
Perdoar não é esquecer. É apenas parar de sofrer.
“Devemos, porém, aprender com a experiência e podemos, a partir daí, escolher quais relacionamento teremos”. Perdoar não significa fazer de conta que nada aconteceu. Pelo contrário, temos de levar em conta a experiência.
Perdoar os outros é um presente que oferecemos a nós mesmos.
Chega de carregar na alma as ofensas e os que nos ofenderam.
Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso!
(William Shakespeare)
Fiquem com Deus... !
Qualquer que seja o nome que damos a esse sentimento seja mágoa, rancor, ressentimento, ele se caracteriza pela amargura na alma, uma sensação de injustiça a partir do mal que alguém nos fez.
E como é impossível levar nossas vidas sem sermos machucados pelas outras pessoas, de vez em quando, tendo em vista a imperfeição da natureza humana. A mágoa é uma forma de guardarmos para depois coisas que não queremos resolver na hora.
Uma das características da vida é que ela só pode ser vivida no presente. O passado e o futuro, apesar de existirem na nossa cabeça, não têm existência real. Seria uma grande tolice imaginarmos que podemos respirar para amanhã, que podemos viver o ontem. O natural é que as coisas sejam vividas, mesmo as ruins, no momento em que elas ocorrem.
Guimarães Rosa define, a mágoa, no seu livro Grande Sertão Veredas: “Mágoa é lamber frio o que o outro cozinhou quente demais para nós”.
Aceitar a imperfeição humana, idealizando uma realidade onde as pessoas nunca falhem com ela; viver o momento presente, sendo extremamente apegada ao passado.
Só nos resta uma saída: o perdão. Se a mágoa nos envenena e machuca, o perdão nos alivia e cura.
O perdão é a ponte que nos faz sair para a alegria: “Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aqueles que nos têm ofendido”.
Por que tanta dificuldade em perdoar? Porque há equívocos em torno do perdão que dificultam o exercício dele.
O perdão é algo bom para quem perdoa. Perdoar é ficar livre da dor causada pelo outro. É ficar livre daqueles que nos magoaram. É um presente dado a mim mesmo.
Perdoar não é esquecer. É apenas parar de sofrer.
“Devemos, porém, aprender com a experiência e podemos, a partir daí, escolher quais relacionamento teremos”. Perdoar não significa fazer de conta que nada aconteceu. Pelo contrário, temos de levar em conta a experiência.
Perdoar os outros é um presente que oferecemos a nós mesmos.
Chega de carregar na alma as ofensas e os que nos ofenderam.
Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso!
(William Shakespeare)
Fiquem com Deus... !
Nenhum comentário:
Postar um comentário