8 de mai. de 2009

Hoje é o dia!


A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.
Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.
Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!
Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, sementes de hoje, frutos de amanhã!
Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.
Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.
Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.
Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito... A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões. Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma. Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?) - (Padre Fábio de Melo)
Fiquem com Deus!

28 de abr. de 2009

Quero Colo!

Não é fácil admitir, mas, convenhamos, adultos também precisam – e muito – de colo. Dizem que as mães são todas iguais e sempre consideram os filhos como crianças. Por outro lado, há algo nos filhos que não muda: mesmo muito longe da infância, aos 20, 40, 60 anos, estamos sempre querendo provar do calor de estar nos braços de alguém que simplesmente nos aceite. Se junto com essa maravilha tiver um cafuné, então é o céu...
A razão dessa busca é tão antiga quanto nosso código genético. Nesse gesto recuperamos o contato com o que há de mais humano – afinal, antes de nascer, todos ficamos meses na posição fetal, nossa primeira referência de proteção. “A qualidade do colo que a criança recebe, especialmente até o primeiro ano de vida, vai determinar toda sua estrutura e seu desenvolvimento. Nosso contorno físico e emocional é criado desse gesto, que molda nossa capacidade de dar e receber proteção, intimidade, conforto”, (afirma André Trindade, psicólogo)
Mesmo que muitos adultos neguem, estamos sempre reinventando maneiras de voltar àquele quentinho primordial. As crianças crescidas fazem isso. Na adolescência, andar em grupo é outro jeito de experimentar novas possibilidades de acolhimento. Mais tarde, quando o amor chega para valer, descobrimos o quanto o colo é mesmo coisa de pele. Não requer explicação, apenas proximidade.
Seja qual for a situação em que ocorra, arredondar os braços e rechear esse espaço com outro ser humano é das mais prazerosas emoções da intimidade. A trilha sonora perfeita para esse momento? O tum tum do coração do outro, próximo, audível, pulso ritmado que reafirma que uma vida está sintonizada com a outra. Assim, a respiração sossega, o coração se abre para que caibam ali os melhores sentimentos.
Colo é sopro que renova a alegria e cura do chororô sem motivo.
Colo nutre. Que o digam as milhares de mães que, em vez de encubadeiras, garantiram o desenvolvimento de seus filhos prematuros apenas colocando-os contra o peito, pele com pele: são as chamadas mães canguru. Várias maternidades particulares e públicas do Brasil adotam esse método, descoberto por médicos colombianos e que se provou eficiente pela simplicidade, por estreitar o vínculo entre a mãe e o bebê e pelo baixo custo – já que calor humano não tem preço e nem existe recurso tecnológico capaz de substituí-lo.
Dar colo para filhos, afilhados, sobrinhos é outra das artes deliciosas do aconchego. Mas repare que, às vezes, embora seja o adulto sustentando a criança, é ela que está dando colo, pois é impossível ficar imune ao sorriso infantil e ao calor da inocência. Não há estresse, pensamento negativo, ansiedade que resistam. E olhe que elas nem cobram por essa mágica!
Mas quem não tem anjos, mãe, pai, namorado, amigo de plantão pode ficar tranqüilo: esse efeito pode ser experimentado de maneiras simbólicas e não menos aconchegantes. “Fechar os olhos e imaginar uma linda paisagem, meditar ou fazer algo de que gosta muito são formas de dar colo válidas pela vida toda.
Então, vale o conselho: quando você estiver muito agitado, insatisfeito, triste, solitário, antes de sair falando demais, comprando demais, comendo demais e cometendo outros excessos, que vão causar arrependimento e mal-estar, pergunte se o que você precisa não é mesmo de colo. Se a resposta for sim... Vc já sabe!

(Texto: Liliane Oraggio)

"Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”
(Cora Coralina)

Fiquem com Deus!

20 de abr. de 2009

Em busca da Felicidade

Passamos a vida em busca da felicidade, procurando o tesouro escondido. Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade. Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica e achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro. Sombras, lágrimas. Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim. É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa e jamais está à venda. Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio. Enquanto tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.
A única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.
Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo ...


Foi assistindo um filme muito interessante que resolvi fazer esse post... o qual eu recomendo e muito, para que você volte a repensar nos verdadeiros valores da vida... e no quanto os reais desejos motivam toda uma vida!

" Em "Em Busca da Felicidade", Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que nunca tem o dinheiro que necessita para viver. Apesar das suas tentativas de sustentar a família, a mãe (Thandie Newton) do seu filho Christopher (Jaden Smith) de cinco anos não consegue suportar a pressão constante da falta de dinheiro e acaba por os deixar. Chris, agora na situação de pai solteiro, continua a procurar um emprego onde ganhe mais, socorrendo-se de todas as técnicas de vendas que conhece. Acaba a estagiar numa conceituada empresa de corretagem e, embora sem ordenado, aceita o lugar, na esperança de que no fim do estágio consiga um emprego e um futuro promissor. No entanto, a falta de dinheiro leva a que ele e o filho sejam despejados do apartamento e obrigados a dormir em abrigos, estações de autocarros, casas de banho ou qualquer local que sirva de refúgio para passar a noite. Apesar de todas as dificuldades, Chris continua a honrar os seus compromissos de pai extremoso, utilizando o afecto e a confiança que o filho depositou nele como ímpeto para ultrapassar todos os obstáculos que lhe surgem. (http://pt.shvoong.com/humanities/)


"A vida é composta de prazeres pequenos. A felicidade é composta desses pequenos sucessos. Os grandes vêm muito raramente. E se você não colecionar todos estes pequenos sucessos, os grandes realmente não significarão qualquer coisa." (Norman Lear)


Fiquem com Deus!

16 de abr. de 2009

E se fosse o último dia?


Às vezes, penso sobre as surpresas que a vida nos coloca no caminho. São tantas coisas que nos acontecem, positivamente ou não, e, na maioria das vezes, não pensamos sobre elas. Na verdade, quase sempre tocamos direto, sem nos perguntarmos o porquê de determinadas situações se apresentarem. Apenas seguimos.
Na vida, nada acontece por acaso, existe por traz de tudo o que fizemos um grande significado. Lógico que muitos discordam dessa verdade, mas eu, acredito nela, pois tenho inúmeras experiências vividas que comprovam o que falo, e tenho certeza que você também tem.
Vivemos o nosso dia-a-dia sem nos perguntarmos e muito menos questionarmos sobre o que pode nos acontecer. Achamos e acreditamos piamente que nada poderá estragar os planos que traçamos. Somos, muitas vezes, arrogantes, pretensiosos com o que a vida pode estar nos reservando e, dessa forma, agimos como intocáveis, inatingíveis.
Essa crença faz com que desenvolvamos comportamentos e tomemos atitudes que podem estar nos prejudicando sem ao menos percebermos.
Imagine se você soubesse que hoje seria o último dia de sua vida, que você não viveria mais, que seria a última vez que veria as pessoas de quem você gosta, que seria a última vez que você beijaria os seus amores, que seria o último encontro com seus filhos, sua família, seus amigos, colegas de trabalho, seus pais, enfim, você nunca mais fará e verá tudo aquilo que vem fazendo nesses últimos anos. Como você agiria se levantasse da cama e soubesse disso?
Com certeza, seria totalmente diferente do que é no dia a dia. Será que irias sair de casa do mesmo jeito? Será que chegaria ao trabalho da mesma maneira e olharia os colegas, chefe, clientes com os mesmo olhos?
Será que ficaria desperdiçando seu tempo se queixando dos infortúnios ou derrotas do passado, das dores da alma, das angústias vividas, dos tombos levados, das mágoas retidas, das ofensas recebidas?
É claro que não. Então a proposta que lhe faço é: Viva sua vida como se fosse hoje seu último dia. Pense que este dia é tudo o que você tem e que essas horas são a sua eternidade. Olhe para as pessoas e pense nisso. Agarre o seu dia, suas horas e seus minutos como se fossem os últimos, pois dessa forma, você não os desperdiçará, porque não terá a oportunidade de tê-los novamente e, assim, sua maneira de pensar e agir será totalmente diferente. Seu comportamento e atitudes serão mudados imediatamente, afinal, você não tem tempo para perder tempo.
A vida é um turbilhão de mudanças, mas a mais importante é aquela que muda o seu comportamento, suas atitudes e forma de encarar a vida. Então...

VIVA SEMPRE COMO SE FOSSE SEU ÚLTIMO DIA!
Fiquem com Deus!

13 de abr. de 2009

A Porta do Lado



Em entrevista dada pelo médico Drauzio Varella, disse ele que a gente tem um nível de exigência absurdo em relação à vida, que queremos que absolutamente tudo dê certo, e que, às vezes, por aborrecimentos mínimos, somos capazes de passar um dia inteiro de cara amarrada. E aí ele deu um exemplo trivial, que acontece todo dia na vida da gente...
É quando um vizinho estaciona o carro muito encostado ao seu na garagem (ou pode ser na vaga do estacionamento do shopping). Em vez de simplesmente entrar pela outra porta, sair com o carro e tratar da sua vida, você bufa, pragueja, esperneia e estraga o que resta do seu dia.
Eu acho que esta história de dois carros alinhados, impedindo a abertura da porta do motorista, é um bom exemplo do que torna a vida de algumas pessoas melhores, e de outras, piores.
Tem gente que tem a vida muito parecida com a de seus amigos, mas não entende por que eles parecem ser tão mais felizes.
Será que nada dá errado pra eles? Dá aos montes. Só que, para eles, entrar pela porta do lado, uma vez ou outra, não faz a menor diferença.
Ultimamente eu entro muito pela outra porta, e às vezes saio por ela também. É incômodo, tem um freio de mão no meio do caminho, mas é um problema solúvel. E como esse, a maioria dos nossos problemões podem ser resolvidos assim, rapidinho. Basta um telefonema, um e-mail, um pedido de desculpas, um deixar barato.
Pois é, eu ando deixando de graça... Pra ser sincero, vinte e quatro horas têm sido pouco prá tudo o que eu tenho que fazer, então não vou perder ainda mais tempo ficando mal-humorado.
Se eu procurar, vou encontrar dezenas de situações irritantes e gente idem; pilhas de pessoas que vão atrasar meu dia. Então eu uso a "porta do lado" e vou tratar do que é importante de fato.
Eis a chave do mistério, a fórmula da felicidade, o elixir do bom humor, a razão por que parece que tão pouca coisa na vida dos outros dá errado."
Quando os desacertos da vida ameaçarem o seu bom humor, não estrague o seu dia... Use a porta do lado e mantenha a sua harmonia.
Lembre-se, o humor é contagiante - para o bem e para o mal - portanto, sorria, e contagie todos ao seu redor com a sua alegria.
A "Porta do lado" pode ser uma boa entrada ou uma boa saída... Experimente!
(Por Dráuzio Varella)

Fiquem com Deus...